terça-feira, 13 de dezembro de 2011

ZEITGEIST - RELIGIÃO

ZEITGEIST – espírito do tempo
.o filme, versão final legendada – 88.888 chr.
usem o link da apresentação no Google : http://www.youtube.com/watch?v=5xj-sip8qag&NR=1.
[0.13.35] PARTE I : a maior lorota já contada
Este é o sol.
Desde 10 mil anos AC, a história está repleta de pinturas e escritos e documentos que refletem o respeito e adoração dos povos por este objeto.
E isto tem boas razões, simples de entender, pois a cada manhã o sol se ergue no horizonte, trazendo visão, calor e segurança, salvando os povos da fria escuridão da noite, repleta de predadores noturnos.
Sem ele, todas as culturas entenderam que as colheitas não cresceria, e a vida no planeta não sobreviveria.
Estas realidade fizeram do sol o objeto mais adorado de todos os tempos.
Do mesmo modo, eles estavam bem atentos às estrelas ; o seu percurso formava padrões que lhes permitia reconhecer e antecipar eventos que se davam ao longo de grandes períodos de tempo, tais como eclipses e luas cheias.
E eles catalogaram grupos de estrelas no que atualmente conhecemos como constelações.
Esta é a cruz do zodíaco, uma das mais antigas imagens conceituais na história da humanidade.
Representa o sol em sua passagem pelas 12 maiores constelações ao longo de um ano.
Reflete igualmente os 12 meses do ano, as 4 estações, os solstícios e os equinócios.
Este termo, zodíaco, reflete o fato de que as constelações são antropomórficas ; elas foram personificadas por figuras de pessoas ou animais.
Quer dizer, as primitivas civilizações não somente seguiam o sol e as estrelas, mas também as personificavam com mitos elaborados que envolviam seus movimentos e relações.
O sol, com seu poder criador e salvador, também foi personificado como um representante do criador invisível, ou Deus – era o filho de Deus, a luz do mundo, o salvador da humanidade.
Do mesmo modo, as 12 constelações representavam locais de viagens do filho de Deus, e foram dotados de nomes, geralmente representando eventos da natureza que mais ocorriam naqueles períodos.
Por exemplo aquário era o portador da água, que trazia as chuvas da primavera.
Aqui está Horus.
Era o deus do sol no egípcio por volta de 3 mil AC.
É o sol, antropormofizado, e sua vida é uma série de mitos alegóricos envolvendo o movimento do sol no céu.
Antigos hieróglifos egípcios nos contam muito sobre este messias solar.
Por exemplo Horus, sendo o sol ou a luz, tinha um inimigo – o deus Set, que personificava as trevas da noite.
Falando de fora metafórica, toda manhã Horus ganhava a batalha contra Set, enquanto no ocaso Set conquistava Horus e o mandava para o mundo das trevas.
É importante frisar que ‘trevas-x-luz’ ou ‘o-bem-contra-o-mal’ continua sendo até hoje uma dualidade onipresente e bastante utilizada em muitos níveis.
De forma geral, a estória de Horus é a seguinte : nasceu a 25 de dezembro, de uma virgem chamada Isis-Meri ; seu nascimento foi acompanhado por uma estrela no leste ; após o nascimento, ele foi adorado por 3 reis ; aos 12 anos já era um ‘pregador’ prodígio e, quando tinha 30 anos, foi batizado por uma figura conhecida por Anup ; assim começou seu ministério.
Horus tinha 12 discípulos com que viajava e fazia milagres, como curar os enfermos e andar sobre a água.
Era conhecido por muitos nomes gestuais como a verdade, a luz, o filho adorado de Deus, o bom pastor, o cordeiro de Deus e muitos ouros.
Depois de ter sido traído por Tifão, Horus foi crucificados, enterrado por 3 dias, e daí ressuscitou.
Estes atributos de Horus, que fossem originais ou não, parecem influenciar uma porção de culturas pelo mundo afora, e muitos outros deuses mostram a mesma estrutura mitológica.
Attis, da Fígia, nasceu da virgem Nana a 25 de dezembro, foi crucificados, colocado em um túmulo, e ressuscitou depois de 3 dias ; Krishna, da Índia, nascido da virgem Devaki com uma estrela do leste assinalando sua chegada, fez milagres com seus discípulos e, após a morte, ressuscitou.
Dionísio, da Grécia, nasceu de uma virgem a 25 de dezembro, fez milagres como transformar água em vinho, sendo citado como rei dos reis, filho pródigo de Deus, alfa e ômega, e muitos outros nomes ; e, após morrer, ressuscitou ; Mitra, da Pérsia, nasceu de uma virgem a 25 de dezembro, teve 12 discípulos e fez milagres ; ao morrer foi enterrado e ressuscitou depois de 3 dias ; é também conhecido com a verdade, a luz e muitos outros nomes.
O curioso é que o dia sagrado de adoração de Mitra era o domingo [ o dia do sol].
O que de fato importa é que houve muitos e muitos salvadores em diferentes períodos e em todo o mundo, que se encaixam nestas mesmas características ; veja a lista abaixo :
Chrishna - Indostão
Buhda Sakia - Índia
Salivahana - Bermuda
Zulis [ou Zule], e também Osiris e Orus – Egito
Odin – Escandinávia
Crite – Caldéia
Zoroastro e Mitra – Pérsia
Baal e Taut, ‘o único procriado por Deus’ – Fenícia
Indra – Tibet
Bali – Afeganistão
Jao – Nepal
Wittoba – Bilingonésia
Chrishna - Indostão
Buhda Sakia - Índia
Salivahana - Bermuda
Zulis [ou Zule], e também Osiris e Orus – Egito Odin – Escandinávia
Crite – Caldéia
Zoroastro e Mitra – Pérsia
Baal e Taut, ‘o único procriado por Deus’ – Fenícia
Indra – Tibet
Bali – Afeganistão
Jao – Nepal
Wittoba – Bilingonésia
Chrishna - Indostão
Buhda Sakia - Índia
Salivahana - Bermuda
Zulis [ou Zule], e também Osiris e Orus – Egito
Odin – Escandinávia
Crite – Caldéia
Zoroastro e Mitra – Pérsia
Baal e Taut, ‘o único procriado por Deus’ – Fenícia



Indra – Tibet
Bali – Afeganistão
Jao – Nepal
Wittoba – Bilingonésia
Hil e Feta – Mandaitas
Gentaut e Quexacolte – México
Monarca universal – Síbil
Ischy – Formosa
Mestre divino – Platão
O divino – Xaca
Fohi e Tien – China
Adonis, filho da virgem io – Grécia
Ixion e Quirino – Roma
Prometeus - Caucasos

Então ficam as perguntas : porque destes atributos ? porque nascer de uma virgem a 25 de dezembro ? porque a morte e ressurreição após 3 dias ? e porque os 12 discípulos ou seguidores ?
Para descobrir, vamos examinar o mais recente dos messias solares.
Jesus Cristo nasceu da virgem Maria a 25 de dezembro em Belém, seu nascimento foi anunciado por uma estrela do leste e seguido por 3 reis magos que vieram para encontrar e adorar o salvador ; aos 12 anos já era um pregador e foi batizado aos 30 anos por João batista ; assim começou o seu ministério.
Tinha 12 discípulos com quem viajava fazendo milagres tais como curar pessoas doentes, andar sobre a água, ressuscitar mortos ; também foi conhecido como rei dos reis, filho de Deus, a luz do mundo, alfa e ômega, o cordeiro de Deus e muitos outros nomes.
Depois de traído por seu discípulo Judas, foi vendido por 30 moedas de prata ; foi crucificados, morreu e foi sepultado, e depois de 3 dias ressuscitou e subiu aos céus.
Em primeiro lugar, a seqüência do nascimento é completamente astrológica.
A estrela no leste é Sirius, a mais brilhante no céu noturno ; em 24 de dezembro, ela se alinha com as 3 estrelas mais brilhantes do cinturão de Orion ; estas são chamadas hoje do mesmo modo que eram conhecidas na antiguidade – os ‘3 Reis’ [são as nossas ‘3 Marias’].
E, em 25 de dezembro, os ‘3 Reis’ e Sirius apontam todas para o mesmo lugar, o nascer do sol.
É por isto que os ‘3 Reis’ seguem a estrela do leste, para encontrar o nascer do sol, o ‘nascimento do filho de Deus’.
Virgem Maria é a constelação de Virgem, também conhecida como ‘Virgo, a Virgem’ ; em latim, virgo quer dizer virgem.
Virgo também é conhecida como ‘a casa do pão’ ; sua representação é a de uma virgem segurando um feixe de espigas de trigo.
Esta ‘casa do pão’ e o símbolo do trigo representam os meses de agosto e setembro, o tempo das colheitas.
E o termo Betlehem, por sua vez, de fato a cidade de Belém, é a tradução literal de ‘casa do pão’.
Então Belém é uma referência à constelação de Virgem, um lugar no firmamento, e não na terra.
Há outro fenômeno interessante que se dá em 25 de dezembro – o solstício de inverno.
Do solstício de verão ao de inverno, os dias vão ficando mais curtos e frios.
Na visão de quem está no hemisfério norte, o sol parece mover-se para o sul, ficando menor e mais fraco.
Dias mais curtos e o fim das colheitas, conforme se aproxima o solstício de inverno, simbolizavam o processo de morte para os antigos ; era a morte do sol.
E em 22 de dezembro, o fenecimento do sol está completo.
E o sol, tendo se movido continuamente ao sul por 6 meses, atinge seu ponto mais baixo nos céus.
É agora que ocorre um fato curioso – o sol aparentemente deixa de se mover para o sul, ao mesmos na aparência, por 3 dias.
E durante esta pausa de 3 dias, o sol fica perto da constelação do Cruzeiro do Sul, da constelação Crux.
E neste período, em 25 de dezembro, o sol se move 1 grau para o norte, dando perspectivas de dias mais longos, de calor e primavera.
Dizia-se assim : ‘o sol morreu na cruz [constelação Crux] e esteve morto por 3 dias, para ressuscitar ou nascer mais uma vez’.
É por isto que Jesus e muitos outros deuses do sol compartilham os conceitos de crucificação, morte por 3 dias e ressurreição.
É o período de transição do sol antes de mudar de direção e se dirigir ao hemisfério norte, trazendo a primavera e, assim, a salvação.
Entretanto, não se celebrava a ressurreição do sol até que ocorresse o equinócio da primavera, ou páscoa.
Pois no equinócio da primavera, o sol oficialmente vence as forças das trevas ; os dias, daí por diante, ficam mais longos e duram mais que as noites, e o poder revitalizador vital da primavera ... emerge.
Agora, provavelmente o mais óbvio de todos os simbolismos astrológicos sobre Jesus é o relativo aos 12 discípulos.
Eles são simplesmente as 12 constelações do zodíaco, com quem Jesus, o sol, viaja.
Na realidade, o número 12 está sempre presente por toda a bíblia :
12 tribos de Israel
12 filhos de Jacó
12 juízes de Israel
12 grandes patriarcas
12 profetas
12 reis de Israel
12 príncipes de Israel ...
Mas, voltando à cruz do zodíaco, o elemento representativo da vida e do sol, ela não era só uma expressão artística ou alguma ferramenta para seguir os movimentos do sol.
Era igualmente um símbolo espiritual pagão, cuja parte central se parece com esta cruz.
Não se trata de um símbolo cristão ; é uma adaptação pagã da cruz do zodíaco, presente até hoje nos topos de muitas igrejas no mundo todo.
Por isto é que Jesus, nas primeiras imagens, aparecia sempre com a cabeça em uma cruz, pois que ele é o sol, o ‘filho de Deus’, a luz do mundo, o salvador, a erguer-se, e que retornará de novo, assim como o sol faz toda manhã ; é a ‘gloria de Deus’, que nos defende das forças das trevas, assim como renasce a cada manhã e pode ser visto chegando através das nuvens, ‘lá em cima no céu’, com sua ‘coroa de espinhos’ ... os raios do sol.
Vejamos agora ; entre as tantas referências metafóricas astrológicas ou astronômicas na Bíblia, uma das mais importantes tem a ver com as ‘Eras’.
Por todas as escrituras encontramos inúmeras referencias ao termo ‘Era’.
Para compreender isto, temos que nos familiarizar com o fenômeno da precessão dos equinócios.
Os egípcios da antiguidade, assim como outras civilizações antes deles, repararam em que periodicamente, em cerca de 2.150 anos por vez, o nascer do sol na manhã do equinócio de primavera ocorria em um signo diferente do zodíaco.
Isto tem a ver com a lenta oscilação angular que a Terra apresenta ao girar sobre seu eixo.
É chamada de precessão porque as constelações parece que vão para trás ao invés de cumprir seu ciclo normal.
E o tempo que leva para cada precessão dos 12 signos é de cerca de 25.765 anos ; isto é também conhecido como ‘o grande ano’.
As antigas civilizações estavam bem cientes disso, e chamavam cada ciclo de 2.150 anos de ‘Era’.
De 4.300 AC até 2.150 AC era a ‘Era’ de Taurus, o touro ; e de 2.150 AC até 1 DC foi a Era de Áries, o carneiro ; de 1 DC até 2.150 DC ocorre a Era de Peixes, em que nos encontramos hoje.
E, por volta do ano 2.150, entraremos em uma nova Era, a de Aquário.
Na Bíblia podemos ler como ela reflete de leve, citando por alto este movimento pelas 3 Eras, enquanto já prognostica a quarta.
No velho testamento, quando Moisés desce do monte Sinai com os 10 mandamentos, ele ficou muito aborrecido ao ver o povo adorando um bezerro dourado ; de fato, ele destruiu as tábuas e disse a todos que se matassem uns aos outros para que se purificassem.
Muitos dos estudiosos da Bíblia atribuem esta raiva ao fato de que os israelenses estavam adorando um falso ídolo ou algo do gênero.
Mas a realidade é que o bezerro dourado é o signo de Touro, e Moisées representava a nova Era de Áries, o carneiro.
É por esta razão que os judeus, até hoje, sopram o chifre do carneiro.
Moisés representa a nova Era de Áries, e perante esta nova Era todos têm que deixar para trás a Era anterior.
Também outras divindades marcam esta transição, como por exemplo Mitra, um deus pré cristão que mata o touro, com a mesma simbologia.
Jesus, então, é a figura que representa a Era seguinte à de Áries, a Era de Peixes, ou dos 2 peixes.
É um simbolismo abundante no novo testamento ; Jesus alimentou 5 mil pessoas com pão e 2 peixes.
Quando iniciou seu ministério andando pela Galiléia, fica amigo de pescadores que o seguem.
Acho que todos já vimos os peixes de Jesus na traseira de carros por ai ; os donos não tem nem idéia do que significam ... é um simbolismo astrológico pagão para o reinado do sol durante a Era de Peixes.
E igualmente a data em que se assume o nascimento de Jesus é a do inicio desta Era.
Em Lucas – 22-10, quando os discípulos perguntam a Jesus onde será a próxima passagem depois que ele tiver partido, Jesus responde ‘eis que, ao entraram na cidade, haverá um homem levando um cântaro de água ; sigam-no até a casa em que ele entrar’.
Esta escritura é, de longe, uma das reveladoras de todas as referências astrológicas : o homem com o cântaro de água é aquário, o portador das águas ; ele é sempre representado por um homem despejando uma porção de água.
Ele representa a Era seguinte à de Peixes, e quando o sol – filho de Deus – deixa a Era de Peixes – Jesus – ele entra na ‘casa’ de Aquário, pois que Aquário é a próxima Era depois de Peixes na precessão dos equinócios ; então, tudo o que Jesus está dizendo é que, depois da era de Peixes, virá a Era de Aquário.
Agora, todos já ouvimos sobre o final dos tempos e o fim do mundo.
Deixando de lado a faceta cartunista do apocalipse, a espinha dorsal desta idéia aparece em Mateus 28-20, quando Jesus diz ‘eu estarei com vocês mesmo no fim do mundo’.
Ocorre que, na versão inglesa da bíblia, a palavra ‘mundo’ foi mal traduzida – assim como tantas outra falhas de tradução ; a palavra originalmente usada era ‘aeon’, quer dizer, Era.
‘Estarei com vocês até mesmo ao final da Era’ ... o que é verdade, pois que a personificação solar de Jesus como Peixes termina quando o sol entrar na Era de Aquário.
O conceito total de final dos tempos e fim do mundo é uma interpretação equivocada desta alegoria astrológica.
Que tal contar isto aos aproximadamente 100 milhões de pessoas, só nos EUA, que acreditam estar chegando o fim do mundo ...
Além disso, o fato de que Jesus é, literal e astrologicamente, uma figura hibrida somente demonstra o quanto Jesus é um mito paralelo ao do deus sol, Horus, do Egito.
Por exemplo, inscrições de mais de 3.500 anos atrás, nas paredes do templo de Luxor no Egito, mostram imagens da anunciação, da imaculada concepção, do nascimento e da adoração a Horus.
As imagens começam com Tot anunciando à virgem Isis que ela irá gerar Horus ; depois vem Nef, o espírito santo, que engravida a virgem, e depois o parto e a adoração.
É exatamente a historia do milagre da concepção de Jesus.
De fato, as semelhanças literárias entre a religião egípcia e a cristã saltam aos olhos.
E o plágio continua ... a história de Noé e da arca de Noé, é tirada diretamente das tradições ; o conceito de dilúvio está presente na maioria das antigas civilizações, em mais de 200 citações em diferentes períodos de tempo.
Não é preciso, entretanto, ir muito além das fontes pré cristãs e já encontramos a epopéia de Gilgamesh, escrita em 2.600 AC ; é uma estória relatando grandes inundações que Deus ordenou ocorressem, de uma arca com animais salvos, e até mesmo da soltura e retorno da pomba, todas em comum com a história da Bbíblia entre muitas outras semelhanças.
E daí tem a história plagiada de Moisés ; sobre seu nascimento, diz-se que ele foi colocado em um cesto de cana e lançado ao rio, para evitar um infanticídio.
Mais tarde foi resgatado pela filha do rei e criado por ela como um príncipe.
Esta história de um bebê em um cesto foi tirada direto de um mito de sargão de Akkad, por volta de 2.250 AC ; Sargão, depois de nascer, foi colocado em uma cesta de rede para evitar um infanticídio e a cesta lançada ao rio ; mais tarde foi achado e resgatado por Akki, uma esposa real da Acádia [Mesopotâmia].
Além do mais, Moisés é conhecido como o legislador, o portador dos 10 mandamentos e da lei mosaica.
Mas a idéia de que a lei foi passada de um Deus a um profeta numa montanha também é antiga ; Moisés é somente mais um legislador de uma longa lista de legisladores na história da mitologia.
Na Índia, era Manu o grande legislador ; em Creta, Minos subiu ao monte Ida, onde Zeus lhe deu as leis sagradas ; no Egito havia Mises, que carregava em pedra tudo o que Deus lhe disse ... Manu, Minos, Mises, Moises ...
Quanto aos 10 mandamentos, foram copiados por completo do ‘feitiço 125 do livro dos mortos’ do Egito antigo ; o que o livro dos mortos dizia ‘eu não roubei’, virou ‘tu não roubarás’; ‘eu não matei’ tornou-se ‘tu não matarás’ ; ‘eu não contei mentiras’ virou ‘não levantarás falsos testemunhos’, e por ai vai ...
De fato, a religião egípcia é no fundo a base de fundamentos para a teologia judaico-cristã.
Batismo, vida após a morte, julgamento final, imaculada concepção, ressurreição, crucificação, arca da aliança, circuncisão, salvadores, comunhão sagrada, dilúvio, páscoa, natal, passagem, e muitos outros são todos atributos de idéias egípcias, criadas muito tempo antes do judaísmo ou do cristianismo.
Justin Marthyr, um dos primeiros historiadores e defensores cristãos, escreveu ‘quando dizemos que ele, Jesus Cristo, nosso mestre, foi gerado sem união sexual, foi crucificado, morreu e ressuscitou de novo e ascendeu ao céu, não estamos propondo nada de diferente daqueles que propõem e acreditam, tal como nós, nos filhos de Jupiter’ ; em outra escritura, Justin Marthyr diz : ‘ele nasceu de uma virgem, aceitem isto do mesmo modo como o que vocês acreditam dos Perseus’.
É óbvio que Justin e outros cristãos do seu tempo logo viram que o cristianismo era muito semelhante às outras religiões pagãs.
Justin, entretanto, tinha uma solução : ‘por tudo o que sabemos, era o diabo quem mandava ; ele teve a previsão de chegar antes que Cristo e criou estas características para o mundo pagão’.
Cristandade fundamentalista, é fascinante ; essa gente realmente acredita que o mundo tem somente 12 mil anos ! ; certa vez eu realmente perguntei a um deles : ‘OK, e os fósseis de dinossauros ?’ e ele : ‘fósseis de dinossauros ? Deus os colocou aqui para testar a nossa fé ’! !.
Vai ver, Deus colocou vocês aqui para testar a minha fé ... [qual o caminho para a arca ?].
A Bíblia nada mais é que um produto literário hibrido astro-teológico ; tal como todos os mitos religiosos que a antecederam.
De fato, o aspecto da transferência de atributos de um personagem a outro pode ser encontrada no próprio livro ; no antigo testamente há a história de José, um protótipo de Jesus.
José nasceu de um milagre, Jesus nasceu de um milagre.
José tinha 12 irmãos, Jesus tinha 12 discípulos.
José foi vendido por 20 moedas de prata, Jesus foi vendido por 30 moedas de prata.
O irmão ‘Juda’ sugeriu a venda de José, o discípulo ‘Judas’ a de Jesus.
José começou seus trabalhos aos 30 anos, Jesus começou o seu ministério aos 30 anos de idade.
E os paralelos continuam ...
Alem de tudo, há algum registro ‘histórico não bíblico da existência de alguém chamado Jesus, filho de Maria, que viajava com 12 seguidores e curava as pessoas ?
Muitos historiadores viveram no mediterrâneo e suas vizinhanças, durante o mesmo período e até mesmo depois da presumível morte de Jesus ; quantos deles documentaram e fizeram relatos sobre esta figura ?
Nem mesmo um !
Porém, sejamos justos – isto não quer dizer que os defensores da existência de Jesus nunca tenham declarado o contrário.
Particularmente há 4 historiadores pioneiros na teoria da existência de Jesus : os 3 primeiros foram Plínio ‘o jovem’, Suetonio eTácito ; cada uma de suas citações consistem apenas em algumas frases quando muito, e somente se referem ao christus, o Cristo ; na realidade isto não é um nome, mas um título, que significa ‘o escolhido’.
A quarta fonte foi de Josefo, cujos documentos – ficou provado há séculos – eam falsificações ; porém, infelizmente, ainda são tidos como verdadeiros.
Não dá para acreditar que um cara, que se levantou dos mortos, ascendeu aos céus para que todos vissem, e fez poderosos milagres que lhe foram imputados, não tenha tido nenhum registro histórico.
Mas não houve registro pois, uma vez pesadas as evidencias, há grande probabilidade de que a figura conhecida como Jesus nunca tenha sequer existido ...
‘A religião cristã é um plágio da adoração ao sol, em cujo lugar colocaram um homem chamado Cristo e então passaram a entregar a este ‘personagem’ a devoção que a entregavam ao sol’.
Não queremos ser indelicados, mas precisamos der objetivos.
Não queremos causar sentimentos magoados, mas queremos ser academicamente corretos naquilo que entendemos e sabemos ser verdade.
O cristianismo simplesmente não se baseia na realidade.
Achamos que o cristianismo foi apenas uma estória romana, politicamente desenvolvida.
A realidade é que Jesus foi uma divindade solar do setor gnóstico cristão.
E, tal como todos os outros deuses pagãos, ele era uma figura mítica.
Foi sempre o poder político que quis monopolizar a figura de Jesus para conseguir controlar a sociedade.
Cerca de 325 DC, em Roma, o imperador Constantino reuniu o ‘Concilio de Nicéia’.
Foi durante esta reunião que se estabeleceram as doutrinas políticas com motivação cristã, começando assim uma longa historia de derramamento de sangue dos cristão e de fraude espiritual.
E pelos 1.600 anos que se seguiram, o Vaticano conseguiu manter o controle político sobre toda a Europa, levando a períodos obscuros como a idade das trevas, e também a outros eventos como as cruzadas e a inquisição.
O cristianismo, junto com todas as outras crenças teísta, são a fraude desta era.
Serviu bem para afastar a humanidade do seu meio natural e, assim também, os humanos uns dos outros.
Sustenta a submissão cega do ser humano à autoridade.
Reduz a responsabilidade humana sob a premissa de que ‘Deus’ é que controla tudo ; por outro lado, podem-se justificar os crimes mais horríveis em nome da ‘perseguição divina’.
Mais importante ainda, dá poder aos que sabem da verdade para usar o mito e manipular e controlar a sociedade.
O mito religioso é a ferramenta mais poderosa já engendrada, e serve como base psicológica para que floresçam outros mitos.
Um mito é uma idéia que, embora amplamente seguida, é falsa.
Em contexto mais profundo, no sentido religioso, o mito serve como orientação e mobilização, uma estória para as pessoas ; o foco não se encontra na relação da estória com a realidade, mas na forma como funciona ; uma estória não funciona a não ser que uma comunidade ou nação acredite ser verdade.
Não serve como objeto de questionamento ; se alguém tiver a má idéia de duvidar da veracidade da ‘estória sagrada’, os mantenedores da fé nunca entrarão em debate com os questionadores.
Eles os ignoram, ou denunciam como blasfêmia.
É errado, blasfêmico e pecaminoso que você sugira, implique ou ajude outras pessoas a chegar à conclusão que o governo dos EUA matou 3 mil de seus cidadãos ... – sobre o 11/9 – .
. ! Nick.

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